A FIA introduziu os Regulamentos Financeiros para a temporada de 2021, após acordo unânime entre FIA, Formula One Management e todos os competidores. Antes do teto, as equipes com mais orçamento podiam desenvolver três ou quatro vezes mais rápido que as de orçamento menor — a regra existe para forçar convergência em desempenho, não só na interpretação do regulamento.
O que conta dentro do teto: desenvolvimento aerodinâmico, design do carro, a maioria dos salários da equipe, operações de corrida, testes.
O que não conta: salários de pilotos, gastos com marketing e hospitalidade, os três funcionários não-pilotos mais bem pagos de cada equipe (normalmente o chefe de equipe e diretores técnicos seniores) e — fundamental — a receita de patrocínio em si. Uma equipe pode fechar um patrocinador master de US$ 100M sem que esse dinheiro entre no teto; o teto regula o gasto, não a receita.
Fiscalização: a Cost Cap Administration da FIA audita as contas de cada equipe anualmente. Um excesso abaixo de 5% do teto é um "overspend menor" (multas, tempo restrito de teste aerodinâmico). Acima disso é uma infração "material", que pode significar dedução de pontos ou, no caso mais extremo, exclusão do campeonato.
O teto subiu desde o valor original de 2021 conforme a própria base de custos da F1 (frete, viagens, energia) se inflacionou — US$ 215M é o número para 2026, revisado e ajustado pela FIA em um cronograma definido, não negociado caso a caso.