Glossário

Receita

Premiação (Prize Money)

A F1 distribui cerca de US$ 1,6 bilhão por ano entre as equipes — cerca de 45% de sua receita operacional total — quase inteiramente com base na posição no campeonato de construtores, não em resultados de corridas individuais. Diferente da maioria dos esportes, não existe um pagamento separado por vencer um Grande Prêmio; a tabela de pontos da temporada inteira determina a fatia de cada equipe uma única vez, no fim do ano.

Essa é uma das partes mais contraintuitivas da economia da F1: um piloto que vence uma corrida no domingo não gera nenhum pagamento de premiação ligado a esse resultado específico. A tabela do Campeonato de Construtores no fim da temporada é o que determina o pagamento — vencer ou perder qualquer Grande Prêmio isolado não move o dinheiro; o que move é onde o carro combinado de uma equipe termina na classificação até dezembro.

O fundo em si — reportado em cerca de US$ 1,6 bilhão por ano — é dividido mais ou menos assim:

  • A grande maioria é distribuída pela posição final no campeonato de construtores, com o campeão ganhando a maior fatia e cada posição seguinte ganhando progressivamente menos.
  • Um fundo separado e menor premia competidores "de longa data" — equipes com longa história no esporte recebem uma fatia adicional independente de onde terminaram naquele ano.
  • A Ferrari especificamente recebe um pagamento histórico/de legado adicional, um termo herdado de décadas nos acordos comerciais da F1, ligado ao seu status de única equipe a competir em todas as temporadas da F1 desde 1950.

Como o pagamento é proporcional e vale para a temporada inteira em vez de corrida por corrida, o ano financeiro de uma equipe pode parecer completamente diferente dos seus resultados de destaque — terminar em 2º em vez de 3º na classificação vale dinheiro real, mesmo que nenhuma das duas posições tenha rendido uma única vitória de corrida.

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Fontes