Max Verstappen é o piloto mais bem pago da Fórmula 1. Seu contrato com a Red Bull vai até 2028. Ele somou 8 pontos nas duas primeiras corridas de 2026, terminou fora dos pontos na China após uma quebra de unidade de potência e chamou o novo regulamento de sua era menos favorita do esporte.
O salário está confirmado. A cláusula de saída está ativa. O recesso de verão está a 14 semanas de distância.
Quanto Max Verstappen ganha na Red Bull em 2026?
O salário-base de Verstappen para 2026 é estimado em US$ 70 milhões, segundo a RacingNews365, que conversou com múltiplas fontes dentro do paddock da F1. Esse número o coloca como o piloto mais bem pago do grid apenas pelo salário-base.
Com bônus por desempenho — vitórias, posições no campeonato, contribuições ao construtor — a remuneração anual total é estimada entre US$ 75 milhões e US$ 95 milhões, dependendo dos resultados. Seu contrato de cinco anos, assinado no início de 2022, tem valor total estimado em US$ 275 milhões, com média de US$ 55 milhões por ano e salários-base crescentes que chegam a US$ 70 milhões em 2026.
Para contextualizar onde isso se posiciona em relação ao restante do grid:
Piloto| Equipe| Salário-base est. ---|---|--- Max Verstappen| Red Bull| US$ 70M Lewis Hamilton| Ferrari| US$ 60M Charles Leclerc| Ferrari| US$ 34M George Russell| Mercedes| US$ 34M Lando Norris| McLaren| US$ 30M Fernando Alonso| Aston Martin| US$ 20M Kimi Antonelli| Mercedes| US$ 2M
Todos os valores são estimativas da RacingNews365 e da Spotrac. Não confirmados oficialmente pelas equipes.
Qual é a cláusula de saída de Verstappen na Red Bull?
Embutida em seu contrato há uma cláusula de saída atrelada ao desempenho. A versão consistente — relatada por Sky Sports F1, ESPN e Motorsport.com — é esta: se Verstappen terminar abaixo de um limite definido de posição no campeonato antes do recesso de verão, ele fica contratualmente livre para deixar a Red Bull antes de 2028.
Em 2025, esse limite era o P3. A cláusula não foi ativada. Para 2026, a Sky Sports F1 informou que o limite aperta para P2. Se ele estiver em terceiro ou abaixo no Campeonato de Pilotos quando o paddock entrar em recesso, poderá sair.
Após duas corridas de 2026, Verstappen ocupa o P8 com 8 pontos. Russell lidera com 51. A diferença é de 43 pontos com 20 corridas restantes. A cláusula não foi ativada — mas a trajetória é o que importa.
Por que a cláusula de saída de Verstappen é mais perigosa em 2026?
Três fatores tornam 2026 diferente de qualquer temporada anterior.
Primeiro, a Red Bull está usando sua primeira unidade de potência própria, desenvolvida em parceria com a Ford. O motor da Red Bull Powertrains já produziu duas quebras por confiabilidade em duas corridas — Hadjar em Melbourne, Verstappen em Xangai. Isso é uma taxa de abandono de 50% do piloto principal nos dois primeiros fins de semana.
Segundo, a Mercedes é dominante de uma forma que fecha as opções de recuperação de diferença. Em 2025, Verstappen podia contar com o ritmo puro para acumular pontos mesmo em períodos difíceis. Em 2026, a Mercedes tem duas duplas 1-2 consecutivas e 98 pontos no campeonato de construtores. A Ferrari é a única equipe a 31 pontos de distância. A Red Bull tem 12.
Terceiro, o limite da cláusula apertou. O P3 era sobrevivível em 2025 porque a Red Bull continuava competitiva o suficiente para se recuperar. O P2 em 2026 — com a Mercedes já 86 pontos à frente da Red Bull após duas corridas — exige um nível de recuperação que nenhuma equipe conseguiu tão cedo em um ciclo de regulamento.
O que acontece se a cláusula de saída for ativada?
Se Verstappen estiver fora do P2 no recesso de verão, ele terá o direito contratual de sair. Exercê-lo exigiria:
Lado Red Bull: Uma rescisão de contrato avaliada em cerca de US$ 130–180 milhões em valor restante, dependendo do ano da saída. O patrocínio-título da Oracle — estimado em US$ 100 milhões anuais — foi negociado tendo Verstappen como peça central comercial. Sua saída aciona o risco de renegociação em todo o portfólio de patrocínios.
Lado Mercedes: Toto Wolff confirmou em 2025 que houve conversas com o entorno de Verstappen. Contratá-lo exigiria comprar o contrato restante com a Red Bull, além de oferecer um novo acordo. Fontes do setor estimam que um contrato Mercedes-Verstappen começaria em US$ 80–90 milhões anuais — o contrato de piloto mais caro da história da F1, representando mais de 40% do orçamento de teto de gastos de US$ 215 milhões da Mercedes antes de um único componente do carro ser comprado.
Lado Verstappen: Sua posição pública tem sido consistente. _"Meu contrato vai até 2028, mas vai depender das novas regras em 2026, e se forem legais e divertidas. Se não forem divertidas, então eu realmente não me vejo ficando por aqui."_ — GP do Catar 2025. Desde então ele chamou o regulamento de 2026 de "Mario Kart" e descreveu ser dobrado em Xangai como o fim de semana de corrida mais difícil em anos.
Verstappen poderia ir para a Mercedes em 2027?
Teoricamente sim — se a cláusula for ativada e ambas as partes concordarem com os termos. Na prática, o obstáculo é Antonelli.
A Mercedes prendeu Antonelli até 2029. Ele não é negociável. O assento que se abre em um cenário Verstappen é o de Russell — cujo contrato contém cláusulas de desempenho que dão flexibilidade à Mercedes. Wolff estruturou o contrato de Russell exatamente com essa opcionalidade, segundo o The Race.
A questão para a Mercedes é se um carro dominante — já vencendo com Russell e Antonelli — precisa de Verstappen a US$ 90 milhões por ano. A posição pública de Wolff é de paciência. Sua posição privada, dadas as conversas de 2025, é de interesse.
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_🔴PaddockIntel Intelligence — O ponto de decisão da cláusula de saída é agosto de 2026. Estamos acompanhando a posição de Verstappen no campeonato corrida a corrida. Assine para receber atualizações antes do recesso de verão._
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O que o contrato de Verstappen significa comercialmente para a Red Bull?
Verstappen não é apenas o piloto mais rápido da Red Bull — ele é a arquitetura comercial de toda a operação. O patrocínio-título da Oracle, a Jumbo, a Castore e o portfólio mais amplo de endossos pessoais da Red Bull estão todos ligados a um carro com ele dentro.
A Red Bull arrecadou cerca de US$ 145 milhões em distribuições de premiação em 2025 com base em sua posição no Campeonato de Construtores. Uma saída de Verstappen para uma equipe rival — levando seus pontos consigo — poderia transferir US$ 30–50 milhões em premiação anual de construtores para quem o contratar.
O CEO da Red Bull GmbH, Oliver Mintzlaff, abordou a cláusula de saída diretamente em dezembro de 2025: _"Não tenho medo de nenhuma cláusula de desempenho em seu contrato. O mais importante é que Max veja todos na equipe dando o máximo por ele."_ Essa declaração é um compromisso público feito sob pressão financeira a um piloto que detém uma rampa de saída contratual.
Qual é a linha do tempo do contrato de Verstappen na Red Bull?
Ano| Evento| Valor ---|---|--- 2015| Estreia na F1 — Toro Rosso| ~US$ 250 mil base 2016| Promovido à Red Bull no meio da temporada| ~US$ 1M 2022| Megacontrato de 5 anos assinado| US$ 275M total est. 2026| Temporada atual — mais bem pago do grid| US$ 70M base, até US$ 95M com bônus Ago 2026| Ponto de decisão da cláusula de saída| Limite P2 2028| Expiração natural do contrato| ~US$ 130–150M restantes
Veredito PaddockIntel
A narrativa do paddock em torno de Verstappen em 2026 está sendo escrita como a história de um campeão infeliz. A realidade econômica é mais precisa: um piloto de US$ 70 milhões detém uma arma contratual atualmente apontada para a equipe que paga seu salário, e o gatilho fica mais fácil de puxar a cada corrida em que a Red Bull termina fora dos dois primeiros.
Duas corridas disputadas. Duas falhas de confiabilidade. Oito pontos. P8 no campeonato. Mercedes com 98.
Toto Wolff não precisa tomar uma decisão. Ele só precisa esperar até agosto.
_Atualizado em 22 de março de 2026 — reflete a posição de Verstappen em P8 após Melbourne e Xangai, as duas quebras por confiabilidade da Red Bull e o limite confirmado da cláusula de saída para 2026._
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Perguntas frequentes
P: Quanto Max Verstappen ganha na Red Bull em 2026? R: O salário-base estimado de Verstappen é de US$ 70 milhões para 2026, segundo a RacingNews365. Com bônus por desempenho, a remuneração anual total é estimada entre US$ 75 milhões e US$ 95 milhões, tornando-o o piloto mais bem pago do grid de 2026.
P: Qual é a cláusula de saída de Max Verstappen na Red Bull? R: O contrato de Verstappen contém uma cláusula de saída atrelada ao desempenho. Para 2026, a Sky Sports F1 informou que o limite é o P2 — se ele terminar fora dos dois primeiros no Campeonato de Pilotos antes do recesso de verão, terá o direito contratual de deixar a Red Bull antes de seu contrato expirar em 2028.
P: Verstappen vai sair da Red Bull em 2026? R: Até março de 2026, Verstappen não ativou sua cláusula de saída. Ele ocupa o P8 no campeonato com 8 pontos após duas corridas. O ponto de decisão da cláusula é o recesso de verão. A Mercedes foi ligada a ele ao longo de 2025 e em 2026, com Toto Wolff confirmando que houve conversas.
P: Quanto custaria à Mercedes contratar Verstappen? R: Contratar Verstappen antes de 2028 exigiria comprar cerca de US$ 130–180 milhões em valor restante do contrato com a Red Bull, além de oferecer um novo acordo. Fontes do setor estimam que um contrato Mercedes-Verstappen começaria em US$ 80–90 milhões anuais — o contrato de piloto mais caro da história da F1.
P: O que acontece com a Red Bull se Verstappen sair? R: A saída de Verstappen acionaria o risco de renegociação em todo o portfólio de patrocínios da Red Bull, incluindo o patrocínio-título da Oracle, estimado em US$ 100 milhões anuais. Também poderia transferir US$ 30–50 milhões em premiação anual de construtores para a equipe que o contratar.